Crianças nas redes sociais é uma boa ideia? Entenda como proteger seus filhos

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A chamada Geração Z (bebês nascidos entre 2000 e 2010) e a nova geração, Alpha (nascida a partir de 2010), são pessoas que crescem com a tecnologia e a internet fazendo parte de suas vidas cotidianas. Assim, pode ser até mesmo comum ver crianças nas redes sociais, como usuários, compartilhando, mesmo com auxílio de seus pais, diversos conteúdos e consumindo outros.

A decisão de permitir crianças nas redes sociais é dos pais. Muitas vezes as páginas podem ser administradas pelos responsáveis, para compartilhar o dia a dia do pequeno. Se ele já tiver acesso e manusear um aparelho (celular, tablet ou computador), é preciso ficar atento e controlar o uso, além de tomar medidas de segurança em geral.

Veja dicas importantes sobre crianças nas redes sociais e tome as decisões certas para proteger o seu filho!

Tenha cuidado com a exposição

A exposição de fotos e localização é um dos maiores perigos da internet quando há crianças nas redes sociais. Mesmo quando a conta for dos responsáveis, mas eles compartilham informações que expõem seu filho ao risco de abusadores e golpistas.

Um dos maiores exemplos são fotos em que a criança usa o uniforme da escola onde estuda, ou quando a localização de um lugar que a família frequenta constantemente, como restaurante, parque, lanchonete, aparece na postagem. Além de não mencionar o lugar escrevendo nas legendas das fotos, também não é seguro, claro, colocar a localização exata.

Busque softwares de controle parental

Apesar de o termo “controle parental” não soar muito agradável para alguns, é importante deixar claro que, quando crianças navegam na internet, é fundamental que elas não vejam materiais impróprios, para o bem delas e de seu crescimento natural.

Um software de controle parental vai determinar quais sites, conteúdos e até mesmo o tempo limite para o uso de redes sociais. Essa também é uma forma de evitar que seu filho passe o dia no celular e perca o interesse e atenção em outras atividades, como brincadeiras e dever escolar.

Converse sobre comportamento on-line

A melhor forma de educar crianças é a conversa sobre os assuntos. E, com crianças que já nasceram com a internet e redes sociais sendo naturais no seu cotidiano, não é diferente. O diálogo sobre comportamento on-line também deve acontecer, especialmente na pré-adolescência e adolescência.

Preze sempre por falar sobre ser gentil em comentários e para seu filho se colocar no lugar das pessoas que vão lê-los antes de escrever. Além disso, fale sobre cyberbulling e como isso é errado, tanto de se praticar quanto receber, caso perceber isso, é necessário comunicar imediatamente aos pais.

É importante que os pais demonstrem apoio muito mais do que críticas. Enquanto a posição de suporte passa confiança e amizade aos filhos, a de julgamentos e brigas pode afastá-los, fazendo-os ficarem mais reclusos e não se abrindo mais.

Evite falsidade ideológica

É preciso respeitar as leis de uso das redes sociais. Algumas permitem somente adolescentes acima de 14 anos. Alguns pais escolhem mentir a idade de seus filhos ao fazer ou ajudá-los a cadastrar uma conta em rede social. Essa prática não é recomendável.

A partir dos 13 anos, quando já se passa para a adolescência, o acesso às redes sociais pode ser um acordo entre pais e filhos, ou mesmo os pais podem seguir os filhos nas redes sociais em que eles estão, como forma de amizade e acompanhamento dessa identidade digital das crianças no ambiente.

A ideia de crianças nas redes sociais pode surgir não só delas, mas dos pais também. Para isso, é importante seguir regras de proteção na web, respeitar as leis de uso das plataformas e conversar com os filhos, informando, inclusive, que confia neles, mas ambos precisam se unir para um cuidado maior devido a pessoas mal-intencionadas na internet.

Compartilhe este conteúdo com outros pais e amigos em suas redes sociais para alertá-los sobre o tema!

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